Como nasceu o Mosteiro dos Jerónimos?

O Mosteiro dos Jerónimos foi inaugurado no reinado de D. Manuel I, na antiga praia do Restelo, para albergar a comunidade dos frades da Ordem de S. Jerónimo. A sua construção deveu-se ao arquitecto Boitaca, que optou por  uma decoração de símbolos reais e também naturalistas. Ao longo do tempo, o mosteiro sofreu várias obras que provocaram alterações no esito: do gótico a renascentista e ainda ao classicista.

Após o terramoto de 1755 apenas a igreja, a sua capela-mor e o claustro sobreviveram. Os dormitórios foram destruídos mas, mais tarde, foram remodelados. Hoje  pode-se encontrar nesta área o Museu Nacional de Arqueologia e, noutra secção, o Museu da Marinha.

E hoje, como é? O que tem?

Tanto a porta sul como a porta axial, orientada a oeste, são obras de arte – aliam o estilo renascentista ao manuelino. A porta axial é caracterizada pelas suas esculturas, alusivas à vida de Cristo. De cada lado desta porta encontram-se ainda as esculturas de D. Manuel I e D. Maria, ajoelhados e em oração. Existem também figuras de vários santos, com destaque para as imagens de S. Vicente, padroeiro de Lisboa.igreja

O interior da igreja é muito luminoso, devido às vitrais nas janelas. É dividido em três naves separadas por altos pilares ornamentados e coberto por uma abóbada altamente trabalhada. O túmulo de D. Sebastião encontra-se aqui, dentro de uma capela.

 

No interior da capela-mor repousam os restos mortais de D. Manuel I e de D. Maria, defensores originais do mosteiro, bem como de outros reis.

A capela é decorada em mármore e apresenta a forma de um rectângulo, influenciada pelas linhas da arquitectura militar classicista.

O claustro dos Jerclaustroónimos é outra parte importante do mosteiro: em forma de octógono,  caracteriza-se por arcos abatidos e o piso está coberto por linhas góticas; já o andar superior, em contraste, caracteriza-se por  linhas classicistas. A decoração manuelina revela-se nas colunas e nos arcos, preenchidos por diversas esculturas.

Local de recolhimento e oração para os monges de S. Jerónimo, este mosteiro constituiu-se, igualmente, como panteão régio. Juntamente com a Torre de Belém, foi classificado Património Mundial pela UNESCO em 1983.

 

Fonte: http://www.infopedia.pt/apoio/artigos/9468300?termo=cabo%20de%20sec%C3%A7%C3%A3o

Imagem do Interior: http://www.mosteirojeronimos.pt/pt/thumb.php?file=../data/fotos/jf124bg_pt.jpg

Imagem do Claustro: https://institutodehistoriadaarte.files.wordpress.com/2013/01/dsc08029.jpg

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Regras utilizadas:

Neste trabalho tentei utilizar as regras da leitura em F, focando-me nas primeiras palavras dos parágrafos para dar a informação que considerei mais importante, tendo em conta o público-alvo e o objectivo da mensagem. Também usei subtitulos, para facilitar a leitura, dividindo o texto entre a história do mosteiro (como nasceu) e como é constituído actualmente (como é) e colocando esses subtitulos noutra cor e tamanho. Conferi ao texto um espaçamento favorável, 1.5, e ainda deixei espaços entre os parágrafos, que tentei que contivessem cada um a sua ideia. Ao longo da escrita, procurei ser o mais objectiva possível sem perder de vista que o objectivo era ensinar e, portanto, utilizei também termos e conceitos mais acessíveis do que os que se encontravam no texto original, omitindo informação que o público poderia não perceber e que poderia até tornar a leitura enfadonha. Para além disso, destaquei as palavras-chave a negrito e utilizei alguns links para locais/entidades que referia, para o caso de haver leitores que não soubessem, com o cuidado de escolher websites fidedignos. Coloquei também duas imagens para mais fácil ilustrar o que descrevia nesses parágrafos, uma vez que era linguagem artística e o público poderia não estar familiar com o seu significado real.

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